segunda-feira, 23 de setembro de 2013

TH Itália FC – Nova data de lançamento do novo álbum e single!


”Confirmado: Novo single em novembro e o álbum em dezembro.
Fonte: Ascap e Billboard”


Tradução por Mary Martins,PTH
Fonte: x

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

[Fanfic] - Effects! - Capítulo 8



08 - Um jogo é apenas um jogo


Sabe quando você sente desde o começo do jogo, antes mesmo de rodarem a maldita daquela garrafa do capeta que fica no meio da roda, que você ia se dar mal desde o início? Olhei para a garrafa, depois olhei para Georch. Ele sorriu pra mim. E não foi um sorriso amigável ou confortador, não... Foi um sorriso maldoso, cheio de malícia, sacana.

— Então Chris — ele começou. — Você já transou com algum cara? — Perguntou, enfatizando bem o "transou" e eu arregalei os olhos. Silver, hiena, Bill e Gustav riram. Georch e Tom ficaram me encarando, esperando que eu respondesse.

— Eu tenho mesmo que responder isso? — Perguntei incrédula. — Isso é uma coisa pessoal minha e ninguém precisa saber se eu fui pra cama com alguém — cruzei os braços e fiz bico.

— Ou isso, ou você vai ficar trancada comigo por sete minutos — deu um sorrisinho safado e eu estava prestes a considerar essa hipótese, porque convenhamos né, o Georch é um tesão, que pelo amor de Kurt... Mas, alguém tinha que se intrometer.

— Responde logo, Christine — o Kaulitz falou, enfatizando meu nome.

— É Chris, Kaulitz — falei emburrada, e depois encarei o Listing, que esperava minha resposta esfregando as mãos. — Eununcafizissocomninguém — falei rápido e baixei os olhos.

— Ninguém entendeu porra nenhuma, Chris — Bill disse rindo.

— Eu nunca fui pra cama com ninguém — falei fechando a cara. Eu esperava ouvir risadas, mas só ficou o silêncio, nem Tom ria. Levantei os olhos, e todos me encaravam com um sorriso "fofo" no rosto, menos o Kaulitz mais velho, que tinha expressão. — Não vão me zoar?!

— Isso é tão lindo, Chris — Gustav falou, e seus olhos brilharam. — Você é bonita e não é igual a maioria das meninas — sorriu. Dei um meio sorriso para ele.

Coloquei a mão na garrafa e girei. Aos poucos ela foi parando e então parou no entre Tom e Gustav. Quem perguntava era o Kaulitz. Awn, que dó do ursinho. O guitarrista é perverso, senhoras e senhores. Ele judia.

— Gustav, você já fez sexo em banheiro público? — Tom perguntou e o Gustav ficou mais vermelho que um tomate. Ele olhou para o chão, para a luz, para a mesa, para os pés, mas não olhou para nenhum de nós. Todos começaram a rir. — Responde ursinho — o Kaulitz falou com voz melosa.

— Sim, já fiz — respondeu rápido, e rapidamente colocou a mão na garrafa e a girou. Todos riram de Gustav. Acho que mais pela sua vergonha, do que por sua resposta.

E a garrafa apontou... Bill e eu. Por que eu de novo?

— É uma pergunta simples, sem nenhum comprometimento físico ou emocional — ele falou, e eu arqueei a sobrancelha, olhando para ele confusa, assim como todos ali. — O que você mais gosta no Tom? — Perguntou e eu comecei a rir.

— Nada — respondi, ainda rindo. Olhei para Tom, e ele fez cara feia pra mim. Coloquei a mão na garrafa e a girei mais uma vez. Ela indicou... Agatha e Tom.

— E aí guitarrista — ela falou e ele riu. Desde quando ela o chama de guitarrista? Tsc, tsc. Coisa desnecessária. — Então, Tom... Você já se apaixonou? — Perguntou, e todos olharam para ele, inclusive eu. Por algum motivo, talvez curiosidade de fã, eu queria realmente saber a resposta.

— Eu já pensei que sim, mas não — respondeu normalmente e eu dei um sorrisinho fraco. Agatha colocou a mão na garrafa. — Ei, quem gira sou eu — o Kaulitz protestou e ela deu os ombros, girando a garrafa.

A garrafa girou um pouco, e depois apontou para Gustav e Silver. Ele perguntaria. Não sei porquê, mas não consigo imaginar o ursinho fazendo perguntas malvadas. Como se ele fosse um belo anjinho que só pensa coisas legais. Mas, bem, não se podia esperar muito dele naquela noite, afinal, ficamos sabendo que o mesmo já fez sexo em banheiro público, né.

— E aí priminha querida, você já fez... — ele começou, depois pegou o controle da TV, que estava jogado no sofá, e levou até a boca, como se fosse engoli-lo, mas depois afastou. Repetiu o processo umas duas vezes e... Meu Deus! Credo, Gustav.

— Não com o controle — Silver respondeu rindo e todos, menos eu, arregalaram os olhos. Eu sabia das safadezas que essa menina fazia. Parecia a irmã perdida de Tom Kaulitz.

Silver colocou a mão na garrafa e girou. A garrafa parou depois de um tempinho girando, e apontou para Georch e Tom... SÓ EU TINHA A CERTEZA DE QUE SAIRIA MERDA DISSO? Porque vamos combinar, que o Georch só pensa merda, né. Se tiver a ver com o Kaulitz então.

— Tom, meu caro amigo — Georch começou e o Kaulitz sorriu. — Conta-me uma coisa... Você já teve sonhos eróticos com a Chris? — Perguntou e... PUTA QUE PARIU, HEIN. TUDO É A CHRIS NESSA PORRA. SÓ A CHRIS SOFRE, SÓ A CHRIS SE FODE. Todos arregalaram os olhos, até o Tom. Ninguém esperava uma pergunta como essa.

— Já — o Kaulitz respondeu prendendo a risada e se controlando para não olhar para a minha cara, que eu tinha certeza que estava vermelha. Só não sei se de raiva, ou vergonha, porque ambas eram muito grandes. — Mas então, você me acordou — Tom falou. E Georch fez aquela cara de "sinto muito, mesmo".

O Kaulitz abaixou a cabeça, e ficou encarando a garrafa de vidro. Ninguém moveu um musculo, e eu estava ocupada demais tentando falar para mim mesma que assassinato iria me deixar anos e anos na cadeia.. Ainda mais por ser em um famoso. O Kaulitz colocou a mão na garrafa e antes de gira-la, levantou os olhos para me encarar. Aquela obra do capeta girou algumas vezes e então parou. A bunda apontava pra mim, e o bico para o Kaulitz.

— Faz tempo que quero perguntar isso, Christine — ele falou, e eu revirei os olhos quando ouvi meu nome. — Quem é seu favorito da banda? — Perguntou sorrindo.

Eu poderia responder tudo. Quantos garotos eu já beijei, que, aliás, não foram muitos; se eu já tive um sonho erótico com o diabo a quatro, se eu já beijei alguma garota, se eu já me masturbei, se eu já virei o capeta... Menos isso. Então você pensa: "Você poderia mentir, Chris". Não, eu sou uma péssima mentirosa. Ainda está pra nascer uma pessoa que minta tão mal quanto eu.

— Eu me recuso a responder essa — falei rapidamente, e o encarei. — Não vou responder isso, nem hoje, nem nunca — disse decidida e ele sorriu.

— Sete minutos, baby — ele falou passando a língua por aquele piercing maldito e eu arregalei os olhos. — E não pode mais voltar atrás — completou.

Abri a boca para falar algumas vezes, mas nada saía e Tom me olhava com um sorriso divertido brincando em seus lábios. Ninguém falou nada, N-A-D-A. Só ficaram olhando para mim e para Tom.

— Onde? — Perguntei contragosto. Todos sorriram - exceto eu - e se levantaram.

— Naquele quarto, do fim do corredor — Silver falou animada, e tanto eu quanto hiena a olhamos com a sobrancelha arqueada.

— Mas, aquele quarto está com a luz queimada a uns dois meses — Agatha falou lentamente, como se estivesse conversando com uma retardada. E bom, de certa forma, estava.

— Por isso mesmo — ela falou sorrindo e hiena tratou de colocar um sorriso de orelha a orelha em seus lábios. Georg, Gustav e Bill também sorriram.

Tom e eu ficamos um ao lado do outro, olhando para todos com aquela cara de "o que vocês estão esperando que a gente faça lá? São só sete minutos para um irritar o outro". Mas, na mente poluída daqueles seis filhos de uma boa mãe, íamos fazer muito mais. Bill voltou até a mesinha, pegou o chantili e entregou para Tom, que riu debochado.

Todos nós subimos as escadas em silêncio, e eu me apoiei em Georch na hora de subir. Sabe, para evitar tombos e possíveis tumores na cabeça. Apenas precaução. Ninguém falou nada quando paramos em frente a porta do quarto, só empurraram Tom e eu para dentro, e trancaram a porta.

Estava tão escuro dentro daquele quarto, que eu não enxergava nada, nem minhas próprias mãos. Virei de costas para a porta e dei dois passos. Acabei trombando com alguma coisa dura, mas macia. Passei as mãos pelo local e acabei notando que esse local tinha músculos e um peito um tanto quanto interessante.

— Tudo bem, eu deixo você abusar de mim — o Kaulitz falou, com uma voz rouca, baixa, sexy e que parecia meio... Provocativa?! Dei uma risada sarcástica.

Tirei as mãos de seu peito, e me afastei. Meu celular não estava comigo, então não conseguia saber quando nosso tempo acabaria, nem conseguia iluminar o quarto. Uma parte bem pequena do quarto era iluminada pela luz da lua. Mas, era uma parte quase que minúscula, na janela.

Andei até a janela, e me apoiei na mesma. Um vento frio batia ali, e senti meu corpo se arrepiar com ele. Meus cabelos soltos eram movidos lentamente pelo vento. Até aquele momento, o Kaulitz não tinha falado nada. Mas, sentia alguém me olhando.

Vire-me e fiquei com as costas encostadas na janela. Tentei achar o Kaulitz com os olhos, mas a escuridão não deixava. Aos poucos fui sentindo que ele estava vindo até mim, então saí de perto da janela e comecei a andar até algum lugar escuro do quarto. Em certo ponto do meu caminho, senti alguém segurar meu braço, e me rodar, me fazendo encostar na parede.

— Você realmente não gosta de nada em mim? — Kaulitz perguntou baixo. Mas, não parecia uma pergunta provocativa, parecia uma pergunta curiosa.

— Por que quer saber? — Respondi com outra pergunta, e ele passou a mão direita pela minha cintura, me desencostando da parede e me colando ao seu corpo.

— Não vai responder? — Perguntou me apertando mais forte e me levantando do chão. Fazendo com que eu ficasse com os pés em cima dos seus. Não que isso fosse o suficiente para nos deixar da mesma altura, mas eu conseguia sentir sua respiração muito próxima. E mesmo que não pudesse enxerga-lo, olhava para cima, tentando ver seu rosto e sentia que ele olhava para o meu.

— E você? — Devolvi a pergunta, com a voz um pouco trêmula. É meio difícil falar quando tem alguém tão perto de você e quando esse mesmo alguém está te apertando fortemente contra seu corpo. Ouvi a risadinha de Tom, e tenho quase a absoluta certeza de que ele passou a língua pelo piercing e mordeu o lábio de forma impaciente. Eu conheço meu ídolo, eu conheço Tom Kaulitz.

A respiração de Tom foi ficando cada vez mais próxima, até o ponto em que eu sentia que ela se chocava com a minha. Senti seu hálito quente perto demais de mim. E eu não sabia porque ainda não tinha nos afastado. Então, ouvimos o barulho da porta e nos separamos bruscamente.

Aos poucos a porta foi sendo aberta, e o quarto era iluminado. Andei até a porta, onde Georch e Bill estavam parados sorrindo.

— Desistimos do jogo — Bill falou, e eu fiz uma cara de alívio; apesar de ser meio estranho. — Vamos assistir a um filme.

— Silver e Gustav estão fazendo pipoca e Agatha está escolhendo o filme — Georch completou a fala de Bill.

— Legal — falei normalmente, passando por eles e seguindo rumo ao andar de baixo.

— Eu nunca vou me cansar de falar que você tem belas pernas, Chris — Georch falou rindo, e eu lhe mostrei o dedo do meio sem me virar, o que só o fez rir mais.

Desci as escadas devagar, e me sentei no sofá. Fiquei pensando na merda que tinha acontecido no quarto. Não tinha sido nada de mais, certo? Ah, mas é claro que não. Olhei para o lado, e o tinha um montinho de cobertores. Peguei um preto, e me enrolei nele.

— Hora do filme — Tom gritou, chamando minha atenção. Virei para trás e estava ele, Bill e Georch andando até a sala. Com um detalhe: ambos só de bermuda.

Georch se jogou no sofá do lado do meu, Bill se jogou em um dos colchões que estavam no chão e Tom... Bem, esse se jogou no sofá em que eu estava, apoiando a cabeça nas minhas pernas, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

— Kaulitz, tira esse cabeção daqui e vai deitar em outro lugar — falei brava e ele apenas revirou os olhos, sem mover um músculo sequer.

Antes que eu pudesse pensar em empurra-lo para que a fuça dele tivesse um encontro com o chão, a campainha tocou. Franzi a sobrancelha e estranhei o fato de alguém estar batendo na nossa porta essa hora de noite.

Bill se levantou, e eu o acompanhei com o olhar, porque eu sou inteligente e ele é gostoso. Não precisa de maiores explicações. Ele então abriu a porta e antes de ouvi-lo dizer qualquer coisa, já tinha uma garota baixinha - um pouco mais alta que eu - entrando na minha casa, puxando duas malas de rodinha e carregando uma maletinha, com a cabeça abaixada e concentrada em puxar as malas.

— Foi uma ótima recepção, Chris — ela falou sorrindo, assim que ergueu a cabeça.

— Mylena? — Falei surpresa e aos poucos, um sorriso enorme foi nascendo em meu rosto.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

TWITTER: MTV EMA - 17/09/2013


" Os nomeados que vocês selecionaram para o #EMABIGGESTFANS são: @tokiohotel,@30secondstomars,@onedirection,@justinbieber, e @ladygaga #MTVEMA "
Tradução e Créditos: Mary Martins - THRJ
Fonte: x

@Tom: Tivemos uma Explosão



... em um passeio no sábado passado com um grupo de amigos!

domingo, 15 de setembro de 2013

[VIDEO + GIFS] Gustav Schäfer na corrida DTM – Oschersleben, Alemanha




Gustav Schäfer entregou o troféu para o ganhador do segundo lugar na 
corrida DTM. Ele aparece no 1:43:40.

Rumor: Concurso "8 anos de Monsoon"





Tokio Hotel estaria entrando em contato através de Inbox no Facebook, com alguns dos "pré-selecionados" do Monsoon Contest...

fonte: x